• Luciana Medeiros

Adelaide Oliveira na coordenação do Circular

Atualizado: 7 de jun. de 2021

Foi na presidência da Funtelpa que ela conheceu o Circular. De imediato, fez a parceria institucional divulgando as ações do projeto




Desde que surgiu, o Circular Campina Cidade Velha já passou por duas coordenações. Inicialmente foi coordenado por sua idealizadora, a galerista e produtora cultural Makiko Akao, que o gerenciou até 2017. No biênio 2018/2019, a arquiteta e também produtora cultural, Tamara Saré levou adiante, passando agora a responsabilidade à jornalista e Mestre em Artes, Adelaide Oliveira, que assume neste e no próximo ano, a coordenação do projeto. Atuante na cena cultural do Estado, Adelaide esteve à frente da Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa) por 08 anos, onde demonstrou uma enorme capacidade de gestão do órgão estadual que agrega Tv, rádio e portal de comunicação.

"Na época até meu marido ajudou, ele tinha uma empresa na área da publicidade e produziu um busdoor que circulou em ônibus pela cidade, divulgando o Circular. Eu vi esse projeto começar de forma tímida, mas rapidamente ganhar maiores proporções. Foi bacana acompanhar todo esse processo e eu sempre circulei nas edições de domingo".

Foi na presidência da Funtelpa que ela conheceu o Circular. De imediato, fez a parceria institucional divulgando as ações do projeto, mas também apoiou o projeto de outras maneiras. “Na época até meu marido ajudou, ele tinha uma empresa na área da publicidade e produziu um busdoor que circulou em ônibus pela cidade, divulgando o Circular. Eu vi esse projeto começar de forma tímida, mas rapidamente ganhar maiores proporções. Foi bacana acompanhar todo esse processo e eu sempre circulei nas edições de domingo”, conta.


Adelaide lembra o poder transformador da cultura na sociedade, promovendo a cidadania para uma vida melhor para todos. “O Circular é um projeto agregador, reúne gente que põe a mão na massa, e é uma rede de afeto, formada por pessoas que estão naquele território, trabalhando para transformá-lo num lugar melhor para todo mundo”, continua.


Desafios para a continuidade do projeto


Um dos grandes desafios de um projeto independente é a sua sustentabilidade financeira e com o Projeto Circular não é diferente. Este ano, parte das ações do projeto estarão garantidas com a renovação do patrocínio do Banco da Amazônia, através da Lei Roaunet, mas ainda haverá uma outra parte a ser captada ou viabilizada por meio de parcerias.


O projeto tem como um dos seus princípios “provocar aproximações entre comunidade, academia e poder púbico visando parcerias e desenvolvimento de políticas públicas relacionadas ao Centro Histórico de Belém”. Dentro dessa premissa, realizou em 2019, a segunda edição do Fórum Circular.


No evento, foi lançada a Carta para o Centro Histórico com 15 indicações de ações e projetos para melhorias do Centro Histórico e área do entorno, fruto das discussões e reflexões envolvendo sociedade civil e poder público das esferas, federal, estadual e municipal. A Carta segue com o link aberto a assinaturas, aqui no site do Circular. Acesse, leia e se concordar, assine!


Em seis anos de atuação, o Circular tem conseguido colocar em pauta o debate sobre a importância da preservação do patrimônio histórico e cultural de Belém, um trabalho que é resultado das parcerias reunidas ao longo dos anos.


“A UFPa é uma parceira preciosa, a Funtelpa é outra parceria, a Secult, o Banco da Amazônia. Então, tanto a iniciativa privada quanto as instituições públicas têm sido parceiras do Circular. O projeto só consegue ter esse reconhecimento porque todas essas parcerias existem. Esperamos continuar contando com todas elas além de ir em busca de outras”, finaliza.


Foto: Otávio Henriques

Texto: Wanderson Lobato

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